quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Laudo Médico de Jesus escrito por um cirurgião

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“Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso, portanto, escrever sem presunção a respeito de morte como aquela. Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra”.
O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a decisão de um clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais. Para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo.
O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao
suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes.
Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus.
Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um
suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas.
Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidãoferoz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o
Calvário.
Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheio de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros.
Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata...
Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca (arco de pua), é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos.
Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado) ,apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro.
A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes.
Um suplício que durará três horas. O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical.
Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor.
Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares.
Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico. Jesus é envolvido pela asfixia.
Os pulmões cheios de ar não podem mais se esvaziar.
A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece?
Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre
o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços.
Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.
Por que este esforço ? Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem". Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés.
Inimaginável !
Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem a o redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui.
Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas.
Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes ?"
Jesus grita: "Tudo está consumado!". Em seguida num grande brado diz: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". E morre. Em meu lugar e no seu.
Dr. Barbet, médico francês"
Não foram os pregos que prenderam Jesus na Cruz, mas o amor. MATEUS 11, 28 - 30 "Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve!
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terça-feira, 10 de julho de 2012

De quem é a glória?

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"Contudo, muitos dentre as próprias autoridades creram nele (Jesus), mas, por causa dos fariseus, não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga; porque amaram mais a glória dos homens do que a glória de Deus" (João 12:42-43)

Muitos, que fazem a obra de Deus, têm levado uma vida que não glorifica o nome de Deus.
Por que?
Porque têm feito a obra para agradar ao homem e não a Deus!
Têm trazido almas para o pastor ver e depois não cuida delas.
Têm feito "discípulos" para mostrar frutos para o bispo mas não ensina nada a eles. Até porque não têm nada pra ensinar.
Fazem de tudo pelo bispo, pastor ou obreiro que os lidera mas em nenhum momento pensa em fazer para Deus.
E mesmo tendo conciência disso, não se consertam com medo de serem expulsos da "sinagoga", ou seja, do cargo que recebeu dentro da igreja por ser uma pessoa prestativa para o pastor. Isto é deixar de crer em Jesus para crer no homem.
Isto é amar mais a glória que vem do homem do que a maravilhosa glória de Deus.
Isto é receber migalhas do homem e deixar de se sentar à mesa com o Senhor Jesus.
E você, amigo leitor?
Tem recebido glória de homem ou a glória de Deus?
Tenho dito!

Deus abençoe a todos e até a próxima!

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sábado, 9 de junho de 2012

Até que a morte nos separe - Parte II - O cabeça?

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"De noite, no meu leito, busquei o amado de minha alma, busquei-o e não achei." (Ct 3:1)

Tenho visto muitos homens que se dizem de Deus, por se apoiarem no fato de serem "cabeça", tratarem suas esposas como um simples objeto. Um brinquedinho para ser usado quando tiver necessidade.
Mas ser "cabeça" não é isso.
A cabeça tem a função de tomar as decisões mas também é a responsável em cuidar do corpo.
A mulher é este corpo.
Se o corpo for maltratado, agredido, ignorado e esquecido, com certeza vai adoecer e morrer. E se o corpo morrer a cabeça também morre.
A mulher precisa de um parceiro que a complete e não de um que a rebaixe o tempo todo.
Se ela é de Deus ela já conhece o seu lugar.
A alma de uma mulher se alimenta de amor e atenção. Seu sobrenome é "cumplicidade".
Ser "cabeça" não significa ser superior.
Ser "cabeça" significa ter maior responsabilidade.
Quer responsabilidade maior do que cuidar do seu "corpo"?
Afinal é o corpo que anda, faz, segura, sustenta, descansa, trabalha e principalmente, CARREGA A CABEÇA!

Deus abençoe e até a próxima!

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terça-feira, 29 de maio de 2012

Até que a morte nos separe - parte I - Auxiliadora?

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Eu, prometo amar e respeitar na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, até que a morte nos separe ...

Hoje em dia, as pessoas querem se casar pensando apenas em obter momentos felizes ao lado da pessoa amada.
Esquecem que a vida nos reserva momentos infelizes e tristes também.
Esquecem que vivemos em um mundo globalizado onde a riqueza se transforma em pobreza em menos de 24 horas.
Esquecem que, se não cuidarmos da nossa saúde, pode aparecer uma doença mortal a qualquer momento. E isso mesmo estando na presença de Deus.
Os votos de casamento retratam os momentos de bênçãos e de desertos que um casal pode passar durante toda a sua vida de casados. O problema é que as pessoas só planejam os momentos de felicidade e não contam com os desertos que terão que passar.
Mesmo sendo uma "mulher V", "Sisterhood", noiva de pastor ou seja lá o que mais, pense nas partes negativas dos votos e analise se está preparada para ser uma verdadeira "auxiliadora" ou se vai ser apenas mais um problema que seu marido vai carregar?
Auxiliar significa AJUDAR e, nos momentos mais difíceis, muitas esposas se revelam verdadeiras "malas", que só sabem cobrar, acusar e desdenhar do marido.
Auxiliadora é aquela que, durante os desertos, pega nas mãos de seu esposo e diz:
- Estou contigo e vamos sair dessa situação, não importa o que tivermos que fazer.
Quando terminar de ler este post, pare por alguns minutos e pense no que faria se o seu marido ficasse desempregado (ou falido), doente ou em alguma outra situação negativa.
Passariam pelo deserto juntos ou ele ficaria abandonado no meio do caminho?

Deus os abençoe abundantemente!
Obs.: No próximo post o recado será para os homens.
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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Prosperar é dom de Deus, miséria é maldição e o amor do dinheiro é raiz de todos os males.

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"Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele.
Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.
Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição.
Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores." (1Tm 6:7-10)

Nesta passagem, Paulo nos lembra que do pó viemos e para o pó voltaremos sem trazer e levar nada.
Também nos lembra que existe uma linha muito tênue entre prosperar e QUERER ficar rico.
De fato, o que QUER ficar rico, cedo ou tarde, cairá em tentação e cilada. Sabe porque?
Porque a prosperidade é dom de Deus e assim como qualquer outro dom que vem D'ele, é dado somente por Ele. É essa a diferença.
O que QUER ficar rico, mesmo estando na presença de Deus, está buscando esta riqueza com a força de seus braços e cedo ou tarde vai sair da presença D'ele por amar o dinheiro mais do que a Deus.
Salomão é o maior exemplo do dom de prosperar vindo de Deus.
Ele nunca pediu um centavo sequer para Deus, mas sim sabedoria. E Deus, se agradando do seu pedido, o presenteou com o dom da prosperidade.

"Também, até o que me não pediste eu te dou, tanto riquezas como glória..." (1Rs 3:13)

E no livro de Eclesiastes o próprio Salomão confirma o dom de prosperidade dado por Deus:

"Quanto ao homem a quem Deus conferiu riquezas e bens e lhe deu poder para deles comer, e receber a sua porção, e gozar do seu trabalho, isto é dom de Deus.
Porque não se lembrará muito dos dias da sua vida, porquanto Deus lhe enche o coração de alegria." (Ec 5:19)

Por isso, temos que buscar o dom da prosperidade em Deus, tomando cuidado para não cair na cilada de QUERER ficar rico "na marra".
Como fazer isso?
Paulo continua:

"Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão.
Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas.
Exorto-te, perante Deus, que preserva a vida de todas as coisas, e perante Cristo Jesus, que, diante de Pôncio Pilatos, fez a boa confissão, que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo; a qual, em suas épocas determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A ele honra e poder eterno. Amém!
Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento; que pratiquem o bem, sejam ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir; que acumulem para si mesmos tesouros, sólido fundamento para o futuro, a fim de se apoderarem da verdadeira vida." (1Tm 6:11-19)

E lembre-se!
Prosperar significa ser bem sucedido, obter bons resultados, ser feliz. Prosperidade é mais do que dinheiro: é realização, felicidade, paz, trabalho (com prazer, sabendo desfrutar dele), comer e ter momentos de lazer individual e familiar. 

E se prosperar é dom de Deus, de quem será o "dom" da miséria?
Do diabo, é claro! 
O amor do dinheiro, que é a raiz de todos os males, também é "dom" do diabo.
Não seja escravo do dinheiro e sim faça dele o seu escravo!

Meditem nesta mensagem e que Deus os abençoe abundantemente com o dom da prosperidade!
Até a próxima!
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quinta-feira, 26 de abril de 2012

"Tudo meu" ou "meu tudo"?

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Muitas pessoas têm confundido o que significa o TUDO na hora de manifestar a sua fé e por isso têm desanimado e culpado a igreja ou ao próprio Deus pelos seus fracassos nos seus votos e sacrifícios.
Há uma grande diferença entre o "tudo meu" para o "meu tudo".
Isto é facilmente explicado através do sacrifício de Abraão e do Senhor Jesus.
Quando Deus pediu Isaque a Abraão, Ele o fez porque sabia que Isaque era o que de mais valioso poderia pedir ao Seu servo.
Abraão seria capaz de dar toda a sua riqueza e todos os seus pertences para salvar a vida de seu filho.
Repare que Abraão obedeceu a voz de Deus e subiu ao monte com o sacrifício que Ele pediu.
Abraão não subiu levando todos os seus animais e todas as suas riquezas, que eram "tudo dele", mas sim com Isaque que era o "seu tudo".
A diferença está justamente na importância do que está sendo sacrificado. Isaque era muito mais importante do que qualquer outra coisa que Abraão já tinha ou pudesse ter.
A mesma coisa foi feita pelo próprio Deus.
Ele ofereceu como sacrifício pelos nossos pecados e por nossa salvação o Seu Único e Amado Filho.
Ele não fez vir ao mundo, para serem sacrificados, os anjos, arcanjos, querubins e serafins. Não!
De "tudo D´ele" que havia no Seu Reino Ele ofereceu o "Seu tudo", que era o Senhor Jesus.
Esse é o segredo, meus caros leitores!
O que importa não é o valor do seu sacrifício, mas sim o que ele significa para você.
Espero que neste breve texto eu tenha conseguido explicar com clareza. Abordaremos mais deste assunto em breve.

Deus abençoe todos vocês e até breve!
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terça-feira, 10 de abril de 2012

Campanha de Jó

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Ouça com atenção esta mensagem e atente para o propósito.
Lembre-se, se não crê não julgue os que crêem!
Aqueles que amam essas almas, de fato e de verdade, vão ligar este propósito e espalha-lo na internet.



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